Para aumentar fluxo de visitantes, Ártico russo ganhará rede de estações científicas e turísticas

Vera Kostamo/Sputnik
Atualmente, região no norte do país atrai pouco mais de mil turistas ao ano.

O Parque Nacional do Ártico, que corresponde à maior reserva natural da Rússia, pretende construir uma rede de estações científicas e turísticas para aumentar o fluxo turístico nos arquipélagos setentrionais da Terra de Francisco José e Nova Zembla.

“Serão bases, complexos multifuncionais do Ártico, onde 50 pessoas (incluindo cientistas e inspetores do parque nacional) poderão se alojar. Planeja-se construir um desses complexos na ilha Heiss, na Terra de Francisco José, e outro no Cabo Jelania, no arquipélago de Nova Zembla”, disse Lev Levit, representante do governo de Pomorie, no norte russo, citado pela agência de notícias Interfax.

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Em um primeiro momento, serão estabelecidas conexões para esses lugares a partir dos portos de Dikson e Sabetta. Porém, futuramente, um aeroporto poderá ser construído na Terra de Alexandra, ilha do arquipélago da Terra de Francisco José.

Acredita-se que o desenvolvimento de infraestruturas no Ártico russo possa aumentar o número de turistas que viajam para a região, particularmente os chineses, que representam hoje um terço dos turistas em tais localidades, seguidos por alemães, suíços e norte-americanos. No entanto, os números ainda são bastante modestos; de acordo com dados recentes, o parque atrai hoje pouco mais de mil visitantes por ano.

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