Por dentro das megaestruturas russas: a maior hidrelétrica do Extremo Oriente

Com 140 metros de altura, a hidrelétrica de Bureia é a mais alta do seu tipo na Rússia. Para se ter ideia, tamanho é comparável ao de um prédio de 50 andares.

A hidrelétrica de Bureia, de propriedade da RusHydro, é a maior do Extremo Oriente da Rússia e uma das 10 mais potentes de todo país.

Localizada no rio Bureia, na região de Amur, a barragem tem uma capacidade de 2.010 megawatts, e sua produção média anual é de 7,1 bilhões de quilowatts por hora.

A construção dessa hidrelétrica começou ainda em 1985. No entanto, a partir de 1989, o financiamento foi cortado significativamente, paralisando as obras e provocando graves consequências sociais. A primeira unidade hidrelétrica da estação foi instalada em 2003, e a última, em 2007.

A barragem, com 140 metros, é comparável em altura a um prédio de 50 andares.. Aproximadamente 4 milhões de metros cúbicos de cimento compõem a sua estrutura, que pesa nada menos que 15 milhões de toneladas.

A barragem forma o reservatório Bureyskoie, que se estende por uma área de 750 quilômetros e está localizado em dois territórios federais: as regiões de Amur e de Khabarovsk. Demorou 6 anos para o reservatório atingir sua capacidade máxima.

A sala de turbinas tem 150 metros de comprimento.

A estrutura da hidrelétrica de Bureia usa cabos de energia de polietileno de 500 kW fabricados pela ABB Energiekabel. Esses cabos estão sendo usados ​​pela primeira vez na Rússia e pela segunda vez no mundo todo.

As turbinas hidráulicas giram a 125 RPM.

Quando a hidrelétrica de Bureia entrou em operação, a região do Extremo Oriente russo começou a receber grande quantidade de energia barata.

A hidrelétrica de Bureia reduziu significativamente na região o uso de combustível importado – na faixa de 5,2 milhões de toneladas por ano –, o que possibilita uma economia anual de 4,7 bilhões de rublos.

Todos os direitos reservados por Rossiyskaya Gazeta.

Já imaginou ser possível gerar energia a partir do sangue? Entenda método desenvolvido por cientistas nucleares russos.

Quer receber as principais notícias sobre a Rússia em seu e-mail? 
Então assine nossa newsletter semanal ou diária.

Autorizamos a reprodução de todos os nossos textos sob a condição de que se publique juntamente o link ativo para o original do Russia Beyond.

Mais reportagens e vídeos interessantes na nossa página no Facebook.
Leia mais

Este site utiliza cookies. Clique aqui para saber mais.

Aceitar cookies