Neste dia, há exatos 200 anos, nasceu o escritor Ivan Turguêniev

Retrato de Ivan Turguêniev, por Iliá Repin

Retrato de Ivan Turguêniev, por Iliá Repin

Galeria Tretyakov/Wikipedia
Relativamente desconhecido no Ocidente, quando comparado a Dostoiévski ou Tolstói, esse autor do século 19 descobriu, dissecou e imortalizou em palavras vários problemas eternos da humanidade.

O romancista e dramaturgo russo Ivan Turguêniev, cujo romance “Pais e Filhos” é considerado uma das obras-primas da ficção russa do século 19, nasceu em 9 de novembro de 1818 na cidade de Orel, na porção europeia da Rússia.

Em “Pais e Filhos”, Turguêniev transformou o título em uma aforismo de problemas insolúveis entre gerações, ao retratar os mal-entendidos, os argumentos e as brigas atemporais que permeiam essa relação, independentemente da época ou local.

Além disso, o escritor russo também deu origem à noção de “garota de Turguêniev”, que hoje se refere a garotas sonhadoras e melancólicas, mas, na realidade, referia-se a jovens corajosas, inteligentes e de personalidade mais forte que os homens.

Turguêniev escreveu sobretudo sobre os problemas e a decadência de famílias nobres. Seus trabalhos mais famosos incluem ainda os romances “Um ninho de nobres” e “Rudine”, a coletânea “Memórias de um Caçador”, e o conto “Mumu”, uma breve história sobre um homem surdo que afoga seu cachorro.

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