Custo de vida em Moscou está mais acessível, aponta ‘The Economist’

Wikimedia/Deensel/CC BY 2.0
Queda se deve sobretudo a flutuações do rublo. Com variações do real, São Paulo e Rio de Janeiro também ficaram “mais baratas” do ponto de vista global.

Moscou sequer figura entre as 100 primeiras cidades no mais recente relatório do Economist Intelligence Unit, o braço de análises e pesquisas da revista britânica “The Economist”. O veículo compila anualmente uma lista baseando-se no custo de vida em cidades – neste ano, 133 – de diversas partes do mundo.

A capital russa, que ocupou a 42ª posição da classificação em 2012, aparece no 102º lugar no último levantamento. Segundo autores do estudo, a queda se deve sobretudo a flutuações da moeda russa. 

No topo das cidades mais caras para se viver há um empate entre Cingapura, Hong Kong e Paris, seguidas pelas cidades suíças de Zurique e Genebra. Seul (Coreia do Sul) e Osaka (Japão) vêm também empatadas na 5ª posição.

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São Paulo e Rio de Janeiro registraram uma das baixas mais acentuadas: a capital paulista caiu 30 posições em relação ao ano passado, ficando no 107ª posição, e o Rio de Janeiro, no 108ª, despencou 26 degraus.

Tanto a queda da inflação no Brasil como o enfraquecimento do real diante do dólar americano tiveram influência.

Já entre as metrópoles mais baratas para se viver no mundo estão Caracas (Venezuela), Damasco (Síria), Tashkent (Uzbequistão) e Almaty (Cazaquistão).

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