Não jogo basquete: 5 problemas que russas altíssimas enfrentam

Maksim Blinov/Sputnik
Se você é uma mulher com mais de 1,80 m., provavelmente pelo menos uma vez na vida ouviu piadas ou perguntas estúpidas sobre sua altura. A confissão de uma modelo russa no Instagram provocou um flashmob onde mulheres altas revelaram alguns de seus desafios diários.

1. Comprar roupas

Публикация от Я Minogarova🔥🐀🔥 (@minogarova)

Modelo russa de 1,85 m. e vencedora da versão local do programa Next Top Model, Maria Minogarova, publicou um post no Instagram com “uma confissão muito forte”.

O post com hashtag “Não sou jogadora de basquete” ganhou mais de 50.000 curtidas em três dias e milhares de comentários de garotas altas que ficaram felizes em encontrar pessoas enfrentando os mesmos problemas que elas.

Seus tempos de escola já se foram há muito, mas ela revela que ainda tem problemas, mesmo que seu sucesso esteja relacionado a sua altura e ela não tenha mais nenhum complexo sobre isso.

Devido à altura, ela é mais visível nos eventos sociais onde ela pode usar seus melhores vestidos - o que acontece, às vezes, até cinco vezes por semana.

Mas, mesmo tendo acesso a todos os showrooms e designers, ela ainda não consegue encontrar vestidos adequados.

“Mangas curtas, uma cintura que começa logo abaixo dos meus seios... e sapatos até do meu tamanho parecem enormes, embora meu tamanho seja 40, não 55 como Shaquille O'Neal.

As garotas que comentaram em seu post disseram estar felizes com a atual tendência na moda de calças curtas, já que agora é mais fácil que elas pareçam "normais" em roupas mal ajustadas.

2. Reações sem tato

Публикация от Нормальная баба- скука в семье (@lari_na)

“As pessoas não reagem mais quanto a mulheres carecas, sem filhos, empresárias, lésbicas, com piercings e tatoos (não tenho nada contra nenhuma delas), mas quando vêem alguém ALTA dizem 'uau, você dormiu demais' ou 'coitada de você'", escreveu Galina no Instagram.

Uma das perguntas mais frequentes que essas pessoas fazem é se é complicado encontrar um namorado quando se é tão alta.

As pessoas também acham apropriado fazer piadas como "que hormônios você tomou?" ou "você esteve pendurado em uma barra por alguns anos?" e, claro, "você é jogadora de basquete?".

3. Complexos de infância

Публикация от Виктория (@vi_sverchkova)

A maioria das moças realmente sentiu não ser "como os outros" desde a infância. Nas aulas de educação física, os colegas de classe costumavam ser colocados em filas de acordo com a altura e as meninas altas ficavam na frente, com todos os outros meninos e meninas atrás.

Na opinião de Viktoria, as meninas altas são influenciadas desde a infância. "Minha mãe sempre insistiu que eu deixasse os saltos altos de lado".

"Os garotos não queriam sair comigo porque tinham um longo caminho a percorrer para alcançar minha altura. Só os mais corajosos me pediam para dançar em uma balada”, escreve Anna.

4. Ter que alcançar as coisas em lugares altos

Публикация от Anna Wierszygora (@anka_gora)

As meninas brincam dizendo que frequentemente trabalham como "garotas-escadas" e que são intimadas a pegar algo na prateleira de cima. Até as próprias mães as usam assim quando precisam de algo na cozinha.

“Recentemente, em uma loja de brinquedos, me pediram que pegasse uma boneca”, escreve Polina, de Krasnodar.

5. Desafio de tirar fotos

Публикация от 🌹P O L Y A🌹 (@gorbunova_po)

Sveta diz que ouviu muitas vezes, em diferentes situações: "Você é tão alta, por favor, fique atrás". Até mesmo para fazer um post no Instagram para o flashmob foi difícil ela encontrar uma foto por isso.

Публикация от Света (@tyutyaa)

Curtiu? Então leia “Beleza feminina russa através dos tempos”.

Quer receber as principais notícias sobre a Rússia em seu e-mail? 
Clique 
aqui para assinar nossa newsletter.

Autorizamos a reprodução de todos os nossos textos sob a condição de que se publique juntamente o link ativo para o original do Russia Beyond.

Mais reportagens e vídeos interessantes na nossa página no Facebook.
Leia mais

Este site utiliza cookies. Clique aqui para saber mais.

Aceitar cookies