Um em cada quatro russos acredita que país é superpotência, mostra estudo

Celebrações marcando primeiro aniversário da reintegração da Crimeia à Rússia, em Simferopol

Celebrações marcando primeiro aniversário da reintegração da Crimeia à Rússia, em Simferopol

Reuters
Economia e Exército são citados como fatores para crescimento da Rússia.

De acordo com um levantamento do Centro Nacional de Pesquisa de Opinião Pública russo (VTsIOM), que procurou definir o papel que a Rússia desempenha no mundo, 26% dos russos acreditam que o país é uma das maiores potências do planeta.

Três em cada quatro entrevistados acreditam que a influência do país na esfera internacional é significativa. O número é um pouco menor do que o observado em 2014, quando, após a integração da Crimeia, 82% dos cidadãos concordaram com essa afirmação. No entanto, é significativamente maior do que em 2008, quando apenas 58% dos russos avaliaram a influência do país como significativa.

Segundo os entrevistados, os principais objetivos do país devem ser retomar o status de superpotência (38%) e se tornar um dos 15 países mais bem-sucedidos do mundo (40%).

A pesquisa apontou que 26% dos russos consideram que o país já é uma superpotência, enquanto 49% dos entrevistados acreditam que a Rússia se tornará uma superpotência durante os próximos 10 ou 15 anos. Apenas 18% afirmaram que o país nunca terá esse status.

Entre os que afirmam que a Rússia se tornará uma superpotência, a economia e o exército perderam peso como fatores principais para essa ascensão. Se em 2014 52% dos entrevistados apostavam na economia como motor de crescimento do país e 42% no exército, hoje, apenas 37% e 26%, respectivamente, avaliam esses fatores como principais características de uma superpotência.

Para 38% dos entrevistados, o principal fator que ajudará a alcançar esse objetivo é o bem-estar da população. Em 2014, 24% dos russos escolheram essa opção.

Publicado originalmente pelo jornal Gazeta.ru

Gostaria de receber as principais notícias sobre a Rússia no seu e-mail?   
Clique aqui para assinar nossa newsletter.

Todos os direitos reservados por Rossiyskaya Gazeta.