Caso de espião português é ‘pequeno’ nas relações com Rússia, diz diplomata

Suposto espião foi entregue às autoridades de Portugal no final de maio

Suposto espião foi entregue às autoridades de Portugal no final de maio

EPA
Suspeito de entregar documentos a Moscou foi preso e extraditado da Itália. Episódio não deverá afetar “as boas relações entre os dois países”, disse embaixador português.

A prisão de um cidadão português suspeito de espionagem para a Rússia na Itália é um “pequeno episódio” nas relações bilaterais, disse o embaixador de Portugal na Rússia, Mário Godinho de Matos, à agência de notícias TASS.

“Todas as medidas necessárias estão sendo tomadas. Só posso dizer que o incidente está sendo discutido abertamente na imprensa portuguesa. Os italianos entregaram o suspeito às autoridades portuguesas”, disse o diplomata.

Licenciado em Filosofia, Frederico Carvalho Gil, 57, foi detido em Roma por suspeita de vender segredos a um funcionário do serviço de inteligência da Rússia e extraditado para Moscou em 24 de maio, segundo a agência de notícias italiana Ansa.

“Consideramos o incidente como um pequeno episódio que não pode, de forma alguma, afetar as boas relações entre os dois países. Há uma série de eventos bilaterais planejados. Uma comissão intergovernamental para a cooperação vai se reunir em Lisboa em julho”, acrescentou Godinho de Matos.

Publicado originalmente pela agência de notícias Tass

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