Serviço de Segurança revela ter neutralizado ataques tóxicos em Sôtchi-2014

Mulheres suicidas estavam prontas a perpetrar ataques terroristas durante as Olimpíadas de Inverno de Sôtchi, usando líquidos especiais Foto: ITAR-TASS

Mulheres suicidas estavam prontas a perpetrar ataques terroristas durante as Olimpíadas de Inverno de Sôtchi, usando líquidos especiais Foto: ITAR-TASS

Segundo o chefe do Serviço Federal de Segurança (FSB, sigla em russo), Aleksandr Bórtnikov, mulheres suicidas estavam prontas a perpetrar ataques terroristas durante as Olimpíadas de Inverno de Sôtchi, usando líquidos especiais.

Na véspera dos Jogos Olímpicos de Sôtchi, os serviços especiais russos, em cooperação com congêneres estrangeiros, neutralizaram ataques terroristas que poderiam ter vitimado milhares de espectadores e participantes do evento.

“Os ataques seriam conduzidos por mulheres suicidas”, revelou Aleksandr Bórtnikov, diretor do FSB, reunido com jornalistas na semana passada. “As suspeitas nos levaram a proibir o transporte de líquidos nas cabines dos aviões.”

O raio de ação dos chamados “líquidos especiais”, ou seja, substâncias tóxicas capazes de provocar extermínio maciço, seria muito maior do que o dos explosivos.

“Em instalações pouco ventiladas, capazes de acolher, por exemplo, umas 5 mil pessoas, pode morrer toda a gente”, diz Aleksandr Gusak, ex-diretor de um departamento no FSB.

Segundo Gusak, não é por acaso que as operações seriam executadas por mulheres. “Acontece que as causas estão enraizadas na psicologia feminina. A mulher tende a ser mais emocional e mais facilmente manipulável do que o homem – sobretudo, se perdeu o marido”, explica o ex-funcionário do FSB.

Nesse contexto, a mentalidade caucasiana também merece especial atenção: se uma muçulmana não vingar a morte do cônjuge acaba sendo desprezada pela comunidade. “Os terroristas sabem manipular as mulheres, recorrendo à tradição e aos sentimentos”, acrescenta.

 

Publicado originalmente pelo Moskóvski Komsomolets

 

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