‘Não é da nossa conta’, diz porta-voz do Kremlin sobre decretos de Trump

Departamento de Justiça dos EUA se recusou a defender em tribunal a Casa Branca nos processos contra medidas de Trump

Departamento de Justiça dos EUA se recusou a defender em tribunal a Casa Branca nos processos contra medidas de Trump

AP
Despachos de líder norte-americano barram refugiados e cidadãos de sete países com população predominantemente muçulmana, gerando críticas mundo afora.

O Kremlin não se pronunciará sobre a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de proibir temporariamente a entrada de cidadãos de diversos países do Oriente Médio e da África, declarou o porta-voz da presidência russa, Dmítri Peskov.

“Não é da nossa conta’”, disse o porta-voz do Kremlin, em resposta ao pedido de um jornalista para comentar a decisão do líder americano.

Trump assinou duas ordens executivas na última sexta-feira (27) suspendendo temporariamente a admissão de refugiados e apertando a política de imigração.

Em seus decretos, o presidente dos EUA instruiu o Departamento de Estado dos EUA e o Departamento de Segurança Interna a suspender por 120 dias o programa de admissão de refugiados (tempo indeterminado no caso de sírios) e reduziu a futura cota de admissão de refugiados.

Além disso, a ordem executiva veta a entrada nos Estados Unidos de cidadãos com passaportes de Irã, Iraque, Iêmen, Líbia, Síria, Somália e Sudão durante, pelo menos, os próximos 90 dias.

Outra decisão anterior, a de construção do muro entre os Estados Unidos e México, foi recebida com críticas pelo Itamaraty, que divulgou uma nota de repúdio após o anúncio da medida proposta por Trump.

Com as agências de notícias

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