Rússia segura posição de segundo maior exportador de armas do mundo

Pútin disse ainda que a Rússia deve aumentar a produção sistemas de defesa aérea em demanda no mercado global Foto: PhotoXPress

Pútin disse ainda que a Rússia deve aumentar a produção sistemas de defesa aérea em demanda no mercado global Foto: PhotoXPress

Em reunião com responsáveis por cooperação militar, Pútin indicou que o volume da carteira de pedidos chega perto dos US$ 50 bilhões.

A Rússia segue firme como segundo maior exportador de armas do mundo, informou o presidente russo Vladímir Pútin, em uma reunião da comissão governamental encarregada de cooperação em tecnologias de defesa, na sexta-feira passada (25). “Foi novamente confirmado que estamos entre os líderes no mercado global, e seguimos firmes como número dois quanto às exportações de armas”, disse.

“A carteira total de encomendas para exportação atingiu o recorde de mais de US$ 49 bilhões”, continuou.

“Em 2013, a exportação de produtos e serviços russos em tecnologias ligadas à defesa cresceu 3% e ultrapassou US$ 15,7 bilhões, valor mais alto do que em 2012. Novos contratos de longo prazo no valor de US$ 18 bilhões foram assinados no ano passado.”

Crise na Ucrânia

“O potencial da indústria de defesa da Ucrânia, atualmente em crise aguda, deve ser preservado”, garantiu Pútin.

Se a Ucrânia suspender a cooperação com a Rússia, essa iniciativa “pode ser crucial” para o setor de defesa industrial da Ucrânia, segundo o presidente russo.

“A preservação da potencial científico das empresas ucranianas atende aos interesses de ambos os países”, ressaltou Pútin.

Sistemas de defesa aérea

Pútin disse ainda que a Rússia deve aumentar a produção sistemas de defesa aérea em demanda no mercado global.

“Os sistemas de defesa aérea S-300, S-400 e Pantsir-S1, por seus parâmetros técnicos e de combate, confiabilidade e simplicidade, são certamente líderes no mercado mundial de armas”, afirmou.

“As capacidades de produção sistemas de defesa aérea devem ser aumentadas, e a produção de armas de alta precisão usadas na defesa aérea precisa ser desenvolvida”, finalizou o presidente.

 

Publicado originalmente pela agência Itar-Tass

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