Operação com Brasil e Peru elimina canal de tráfico à Rússia

Treze quilos de cocaína destinados ao país foram apreendidos nos aeroportos de Guarulhos e de Lima Foto: Reuters

Treze quilos de cocaína destinados ao país foram apreendidos nos aeroportos de Guarulhos e de Lima Foto: Reuters

Serviço antidrogas russo prendeu peruano com três quilos de cocaína em São Petersburgo e conseguiu impedir decolagem de mais de dez quilos de cocaína dos aeroportos de Guarulhos e de Lima.

Brasil, Rússia e Peru uniram forças para uma operação antidrogas conjunta que resultou na eliminação de um dos maiores canais de tráfico de cocaína para a Rússia, apreendendo mais de 13 quilos do narcótico que seguiam para o país, segundo o chefe do Serviço Federal de Controle de Narcóticos russo, Víktor Ivanov.

"Em fevereiro de 2015, durante a operação 'Cilada Latino-Americana', foi eliminado um grande canal de tráfico de cocaína da América do Sul para a Federação da Rússia. Mais de 13 quilos de cocaína altamente concentrada foram tirados de circulação", disse Ivanov à imprensa nessa segunda-feira (16).

Durante as festas de final de ano, o Serviço Federal de Controle de Narcóticos russo passou à polícia brasileira informações que levaram à prisão, no aeroporto de Guarulhos, de traficantes que seguiam para o país. Foram apreendidos com eles mais de 7,5 quilos de cocaína.

Outro traficante, um cidadão peruano, foi preso na cidade de São Petersburgo pelo próprio Serviço Federal de Controle de Narcóticos da Rússia. Ele tentava vender três quilos de cocaína proveniente da Colômbia.

As investigações levaram a polícia antidrogas russa a descobrir que outro traficante ainda estaria partindo do Peru à Rússia com mais cocaína.

"A informação foi repassada aos colegas do Peru e, como resultado, a polícia peruana prendeu o traficante no aeroporto Jorge Chaves [em Lima] ao revistar sua bagagem, onde foram descobertos 2,5 quilos de cocaína", diz Ivanov.

Em todos os casos foram abertos processos criminais na Rússia, no Brasil e no Peru.

 

Material publicado originalmente pela agência Ria-Nôvosti 

 

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