Petição intitulada “Alasca retorna à Rússia” cita as viagens dos exploradores russos do século 18 para a região Foto: wikipedia
A petição pedindo para o Alasca se separar dos EUA e se unir à Rússia reuniu mais de 12 mil assinaturas no site da Casa Branca, alguns dias depois de ter sido publicada por um morador local não identificado.
A petição intitulada “Alasca retorna à Rússia” cita as viagens dos exploradores russos do século 18 para a região, que foi uma colônia russa até os EUA compraram suas terras em 1867 por meros US$ 7,2 milhões (ou 120 milhões reajustados). A petição tem que obter 100 mil assinaturas até 20 de abril para ser revista pelo governo do presidente Barack Obama.
O site de petições da Casa Branca tem atualmente mais de 120 reinvindicações para colher assinaturas. Qualquer americano pode criar uma petição no site, conforme a Primeira Emenda, que protege a liberdade de expressão e o direito de petição ao governo.
No Oriente Médio, a versão em língua russa de um site palestino administrado pelo Hamas diz que falantes de russo na Faixa de Gaza preveem a realização de um referendo sobre seu território se juntar à Rússia, apesar de não haver nenhuma confirmação de qualquer plano pelos líderes do Hamas.
Um ativista supostamente envolvido no movimento e identificado apenas pela inicial “N” citou declarações de Moscou sobre a sua disponibilidade para proteger os cidadãos russos em qualquer parte do mundo, informa o site Palestine-info.ru.
Unir-se à Rússia proporcionaria a Gaza “armas modernas – mesmo as nucleares não devem ser descartadas”, diz “N”.
Segundo o site Palestina-info, 50 mil cidadãos russos vivem na Faixa de Gaza, sendo a maioria deles mulheres russas que se casaram com homens palestinos. O veículo “Voz da Rússia”, no entanto, cita relatos da imprensa confirmando que o número real de russos na região não chega a 400.
Publicado originalmente pelo The Moscow Times
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