Universidade de Moscou figura entre top 10 de economias emergentes

USP ocupou 11a posição, logo atrás de Universidade Estatal Lomonossov Foto: RIA Nóvosti

USP ocupou 11a posição, logo atrás de Universidade Estatal Lomonossov Foto: RIA Nóvosti

A Universidade Estatal Lomonossov, em Moscou, ocupa o 10º lugar entre as dez melhores universidades de países do Brics e outras economias emergentes, segundo divulgado nesta semana pela revista britânica “Times Higher Education”.

O porta-voz da publicação, Fan Langdon, disse à agência Itar-Tass esta foi a primeira vez que a revista elenca as melhores universidades de 22 países com economias emergentes, incluindo os membros do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

“Esses países foram o foco de crescimento e desenvolvimento econômico, e a inclusão da universidade de Moscou entre as dez primeiras mostra o inquestionável sucesso da educação nessa instituição", disse.

Quatro brasileiras

11a posição: USP – Universidade de São Paulo

21a posição: Unicamp – Universidade Estadual de Campinas

60a posição: UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro

87a posição: UNESP – Universidade Estadual Paulista

A Universidade Estatal de São Petersburgo ficou na 67 posição entre as 100 instituições do ranking.

O editor-chefe da revista, Phil Betty, declarou, entretanto, que a aparição de apenas duas universidades russas entre as melhores é “decepcionante e deve servir de impulso para melhorias”.

A Universidade de Pequim liderou o ranking, seguida por outra instituição chinesa, a Universidade de Tsinghua, e a Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.

A relação inclui 23 universidades chinesas, 21 de Taiwan, 10 da Índia e sete da Turquia. A África do Sul e a Tailândia têm cada uma cinco universidades na lista, enquanto Polônia e Brasil são representados por quatro, e a República Tcheca, Hungria e Egito, por três.

Questionada sobre como as universidades russas poderiam expandir sua presença no ranking do próximo ano, a porta-voz sugeriu o reforço dos laços internacionais, atraindo estudantes estrangeiros e apoio financeiro.

 

Publicado originalmente pela agência de notícias ITAR-TASS

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