Brasileira do Greenpeace deixa a prisão

Após pagamento de fiança, a bióloga gaúcha ganha liberdade provisória. Ela foi a primeira do grupo a deixar o Centro de Detenções em São Petersburgo Foto: AFP / EastNews

Após pagamento de fiança, a bióloga gaúcha ganha liberdade provisória. Ela foi a primeira do grupo a deixar o Centro de Detenções em São Petersburgo Foto: AFP / EastNews

Após pagamento de fiança, a bióloga gaúcha ganha liberdade provisória. Ela foi a primeira do grupo a deixar o Centro de Detenções em São Petersburgo.

A ativista brasileira Ana Paula Maciel deixou na quarta-feira (20) o Centro de Detenções em que estava presa, em São Petersburgo. Ela foi a primeira do grupo de 28 ativistas e dois jornalistas a ganhar a liberdade após pagamento de fiança. 

Ainda não foram divulgados pela Justiça russa os detalhes sobre as condições e restrições impostas àqueles que ganharem liberdade provisória. Não se sabe, portanto, se Ana Paula poderá deixar o país ou receber visitas. Essas informações devem ser esclarecidas nos próximos dias.

Rosangela Maciel, mãe de Ana Paula, comemorou a notícia, mas ressaltou que a história ainda não chegou ao fim. “Meu coração de mãe sempre me disse para eu manter a fé. Mal posso esperar para ter minha amada filha nos meus braços e de volta a casa. Sabemos que o caso ainda não terminou, mas minha filha é uma guerreira e superará tudo isso no final”.

“As imagens da nossa querida amiga Ana Paula saindo do Centro de Detenções é algo que milhões de pessoas ao redor do mundo vão receber como sinal de esperança”, afirmou o diretor-executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo. “Porém, nenhum de nossos amigos estará, de fato, em liberdade enquanto as acusações continuarem de pé e enquanto eles não puderem voltar para suas casas”.

Até ontem, a Justiça russa havia consentido a liberdade provisória, sob fiança, a 18 pessoas do grupo, contando com Ana Paula.

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