Promotoria russa acusa brasileira de pirataria

Ativista brasileira Ana Paula Maciel, 31, está detida no país desde o dia 19 de setembro Foto: site oficial do Greenpeace

Ativista brasileira Ana Paula Maciel, 31, está detida no país desde o dia 19 de setembro Foto: site oficial do Greenpeace

A bióloga gaúcha foi a primeira ativista do Greenpeace a receber a acusação formal de pirataria, após protesto no Ártico. Ela pode ficar 15 anos presa.

A promotoria russa apresentou hoje uma acusação de pirataria contra a ativista brasileira Ana Paula Maciel, 31, detida no país desde o dia 19 de setembro. Além de Ana Paula, também o cinegrafista freelancer britânico Kieron Bryan, contratado pelo Greenpeace Internacional, foi acusado de pirataria. Eles podem ser condenados a até 15 anos de prisão.

Os promotores devem apresentar, nas próximas horas, as acusações para o restante do grupo. Vinte e oito ativistas e dois jornalistas (um fotógrafo e um cinegrafista freelancers contratados pelo Greenpeace Internacional) foram presos na Rússia após um protesto contra a exploração de petróleo no mar de Pécora. Todos estavam a bordo do navio Arctic Sunrise, que foi ocupado pela guarda costeira russa.

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