País estuda experiência brasileira para implantar tecnologia agropecuária

Apesar de planejar renovação no setor, em outubro medida deverá limitar importação de equipamentos Foto: Vitaly Timkiv/TASS

Apesar de planejar renovação no setor, em outubro medida deverá limitar importação de equipamentos Foto: Vitaly Timkiv/TASS

Para vice-premiê russo, Arkádi Dvorkôvitch, histórico brasileiro é “muito interessante”.

O vice-premiê russo Arkádi Dvorkôvitch anunciou na quarta-feira (15) que a Rússia está estudando a experiência brasileira na implantação de tecnologia agropecuária e que o setor do país está de portas abertas para tais inovações.

 "Hoje, as companhias que por muitos anos se desenvolveram e amentaram a produção agrária extensiva começaram a transição para as novas tecnologias. Está ocorrendo uma introdução ativa de novas tecnologias na agricultura e na pecuária", disse.

Dvorkôvitch acrescentou que o país está analisando a experiência de outros países nessa esfera.

"A experiência do Brasil é muito interessante, e agora a estudamos ativamente. Há muitas semelhanças, mas há também as particularidades climáticas", explicou.

Segundo ele, uma fase de muita atividade na introdução e aprimoramento das novas tecnologias agropecuárias se inicia na Rússia.

Planos governamentais

Em outubro, segundo o vice-premiê, deverá estar pronta uma base normativa para limitar as compras estatais de equipamento estrangeiro em uma série de setores, entre eles, o das telecomunicações.

Nesse sentido, o governo estaria preparando planos "para a substituição de importações em todos os ramos", para incentivar a produção tecnológica dentro do país.

Ele também relembrou que o tema foi discutido ostensivamente no fórum "Innoprom", em Iekaterimburgo.

"A discussão será estendida também ao fórum 'Inovação Aberta', em outubro. Até lá já estarão prontos os principais documentos tanto para telecomunicações, como para tecnologias médicas, equipamentos para química, química petrolífera, produção de petróleo/gás. Junto com nossos colegas, iremos preparar esses documentos e sugerir sua discussão. Em setembro ocorrerá a fase mais ativa da discussão dessas questões", acrescentou Dvorkôvitch.

 

Publicado originalmente pela agência Tass

 

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