Ministério da Defesa libera vídeo com operações de desminagem em Palmira

Proteção especial e cães farejadores são usados nas operações em Palmira

Proteção especial e cães farejadores são usados nas operações em Palmira

Váleri Charifulin/TASS
Soldados russos já desativaram mais de 120 dispositivos explosivos em cidade histórica na Síria, libertada do Estado Islâmico no último dia 27 de março.

O Ministério da Defesa russo publicou na semana passada o primeiro vídeo das unidades de sapadores russos e internacionais que estão trabalhando no reconhecimento de aérea e remoção das minas nas estradas que conduzem à parte histórica da cidade de Palmira, na Síria.

Durante as operações, os militares descobriram e extraíram bombas caseiras e artefatos explosivos improvisados (IEDs, na sigla em inglês) que haviam sido implantados em vias asfaltadas, cruzamentos, edifícios à beira de estrada e em torno de infraestruturas importantes, incluindo subestações de energia, estações de bombeamento para abastecimento de água, padarias e hospitais.

Também foram encontrados explosivos nas tubulações de água, assim como ogivas antitanque de alto poder explosivo e minas antitanque equipadas com detonadores elétricos.

Os objetos que não puderam ser removidos do solo foram destruídos no próprio local com a utilização de cargas externas especiais.

Fonte:Ministério da Defesa

O trabalho foi realizado também graças a cães farejadores especializados na detecção de minas, e todas as operações foram conduzidas com o uso roupas de proteção OVR-2 Sokol.

O Exército sírio anunciou, no último dia 27 de março, a libertação da cidade síria de Palmira, um patrimônio mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), graças ao apoio de um grupo aéreo russo.

Localizada na província síria de Homs, Palmira havia sido tomada por militantes do Estado Islâmico (EI) em meados de 2015.

Gostaria de receber as principais notícias sobre a Rússia no seu e-mail? 
Clique aqui para assinar nossa newsletter.

Todos os direitos reservados por Rossiyskaya Gazeta.