Dois cientistas russos entram para ranking dos 17 mais influentes do mundo

Novossiolov, em conjunto com outro cientista russo, Andre Geim, recebeu o Prêmio Nobel na área da física, em 2010 Foto: ITAR-TASS

Novossiolov, em conjunto com outro cientista russo, Andre Geim, recebeu o Prêmio Nobel na área da física, em 2010 Foto: ITAR-TASS

Experiências com grafeno e análise computadorizada de dados genéticos garantiram posições na lista da agência Thomson Reuters.

Konstantin Novossiolov, que realizou experiências inovadoras com grafeno (material de alta qualidade e excelente condutor de calor e eletricidade), e Andrêi Sivatchenko, que trabalha na esfera de análise matemática e computadorizada de dados genéticos, entraram para a lista dos 17 cientistas mais influentes do mundo, organizada pela agência Thomson Reuters.

Os criadores do ranking levaram em conta a quantidade de trabalhos mais citados em artigos de outros cientistas.

Novossiolov, em conjunto com outro cientista russo, Andre Geim, recebeu o Prêmio Nobel na área da física, em 2010, pela realização de experiências inovadoras com grafeno e conta com 15 citações. Segundo eles, é possível fazer do grafeno a base da futura nanoeletrônica e de outras tecnologias de ponta. Sivatchenko, por sua vez, é citado em 17 publicações relevantes.

A julgar pela lista, os trabalhos no campo da genética foram os que mais influenciaram a comunidade científica internacional. Como líderes do ranking foram apontados, de uma vez só, vários cientistas do Instituto Broad, que trabalha com a decifração de genomas e genes do câncer. A lista é liderada por uma cientista deste instituto, Stacey Gabriel, com 23 artigos.

Os analistas da Thompson Reuters também criaram um ranking de influência para diferentes campos da ciência, nos quais figuraram outros cinco cientistas russos: o reitor da Escola Econômica Russa, Simeon Djankov; os especialistas em física molecular Semen Mikhailenko, Váleri Perevalov e Serguêi Tachkun, do Instituto de Ótica e Atmosfera da Academia Russa de Ciências; e o físico do Instituto Físico-Energético de Abninsk, Serguêi Morozov.

 

Com informações da agência Itar-Tass e do jornal Rossiyskaya Gazeta

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