Volume de Complexo Agroindustrial será mantido após adesão à OMC

Foto: PhotoXpress

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Em reunião sobre o mercado de grãos, presidente garante que não reduzirá apoio a produtores com união à Organização Mundial do Comércio.

Na última segunda-feira (25), o presidente russo defendeu que o apoio do governo a agricultores deve ser mantido, mesmo após se unir à OMC (Organização Mundial de Comércio). "As cifras [de apoio do Estado] estão fixas no patamar de US$ 9 bilhões até 2012, com uma redução específica por etapas até 2017. Este nível será idêntico ao que temos agora", sublinhou Medvedev.

Segundo ele, as questões mais controversas nas negociações sobre a adesão à OMC são os níveis de proteção dos mercados de carne e os procedimentos para o controle sanitário e fitossanitário. "Mas nós defendemos as nossas abordagens, em que os projetos de investimento na indústria russa de animais são favoráveis, e as regras de controle devem proteger firmemente os consumidores e assegurar o comércio", defendeu o chefe de Estado.

Novas quotas

 

O primeiro-ministro Vladímir Pútin comunicou que o governo pretende aceitar a proposta do Ministério de Desenvolvimento Econômico e do Ministério da Agricultura de quotas à importação de carne em 2012.

O projeto de resolução estipularia quotas de 30 mil toneladas de carne bovina fresca e refrigerada e 530 mil toneladas de carne congelada, 320 mil toneladas de carne suína e 250 mil toneladas de carne de aves. Além disso, a carne de frango desossada mecanicamente ocupa uma posição separada pela primeira vez. Sua cota será de 80 mil toneladas.


A Rússia negocia sua entrada na OMC desde 1993 e continua a ser a maior economia mundial fora da associação, que hoje conta com 153 membros.

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