Neste dia: Stálin emitia ordem ‘mais mortífera’ da Segunda Guerra

"Pelo amor à Pátria, por Stálin", lê-se em pôster de 1941

"Pelo amor à Pátria, por Stálin", lê-se em pôster de 1941

Global Look Press
Diante de avanço alemão, líder soviético apertou regras para manter tropas em plena operação. Uma das normas era que “covardes” e desertores fossem fuzilados.

Em 28 de julho de 1942, o comissário de defesa do povo Iossif Stálin emitiu a ordem número 227, em resposta ao alarmante avanço da Alemanha pelo território soviético.

As tropas do regimes estavam minguando, e a ordem foi dada justamente na tentativa de manter as fileiras de soldados. O decreto, um dos mais mortíferos e controversos da Grande Guerra Patriótica, era composto por três regulamentos principais.

O primeiro era que nenhum comandante tinha o direito de recuar forças sem uma ordem direta para fazê-lo. Se um comandante quebrasse essa instrução, ele estaria sujeito ao tribunal militar. Em segundo lugar, cada frente ficou incumbida de criar de um a três batalhões penais com homens acusados de violar as ordens – esses batalhões eram então enviados para as seções mais perigosas da linha de frente. A terceira e última regra era mais incisiva: “covardes” e desertores deveriam ser baleados.

O lema “Nenhum passo atrás!” foi mais tarde acrescentado a essa ordem pelas forças de resistência soviética.

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